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Estatísticas de Delivery no Brasil: Dados 2026 com Fonte

Mercado, consumidor e concentração, com fonte e ano em cada número

Por Equipe Rei do Delivery · 14/07/2026 · 7 min de leitura
Velocidade
Estatísticas de Delivery no Brasil

O mercado de delivery no Brasil deve movimentar entre R$ 21 e R$ 27 bilhões por ano até 2029, crescendo perto de 7% ao ano segundo projeções do setor. Mais da metade dos brasileiros já pediu comida por aplicativo ou WhatsApp, e o iFood concentra a maior fatia dos pedidos, embora o percentual exato varie de fonte para fonte. Veja abaixo cada número, com origem e ano, e o que ele significa para quem vive de delivery.

Crescimento do mercado de delivery no Brasil
Projeção de crescimento do delivery no Brasil até 2029

O mercado de delivery no Brasil em números (resumo)

Antes de entrar em cada bloco, aqui está a tabela mestre com os dados mais citados sobre o setor. Sempre que duas fontes divergem, as duas aparecem lado a lado, sem esconder a diferença.

DadoValorFonteAno
Tamanho do mercado de delivery no BrasilEntre US$ 21 bi e US$ 27 biStatista2025 a 2029 (projeção)
Crescimento anual projetado~7% ao anoStatista2025 a 2029
Faturamento do delivery de comidaR$ 139 bilhõesKitchenCentral, citando dado de mercado2023
Brasileiros que usam apps de delivery40% (Ticket/Edenred) ou 53% (Klavi)Ticket/Edenred e KlaviPesquisas recentes
Gasto médio mensal com deliveryCerca de R$ 220 por mêsKlaviPesquisa recente
Participação do iFood no mercadoEntre 70% e 93%, conforme a fonteCADE (70 a 80%) e Klavi (93%)Análises recentes

Última atualização desta página: julho de 2026. Como é peça viva, os números serão revisados a cada novo ciclo de dados públicos.

Tabela de estatísticas de delivery com fontes
Cada dado com fonte nomeada e ano de referência

Tamanho e crescimento do mercado

O setor de delivery de comida no Brasil segue em expansão estrutural, não é uma bolha. Projeções da Statista apontam o mercado saindo de cerca de US$ 21 bilhões em 2025 para algo perto de US$ 27 bilhões em 2029, um ritmo de aproximadamente 7% ao ano.

Um retrato mais recente do faturamento em reais, levantado pela KitchenCentral, coloca o delivery de comida em torno de R$ 139 bilhões em 2023. Os números não são idênticos porque metodologias e recortes variam, mas a direção é a mesma: crescimento consistente, puxado por interiorização e novos hábitos de consumo.

Projeções até 2029

Esse crescimento não é só reposição do que existia antes da pandemia. É expansão para cidades menores, novos nichos como marmitaria e açaiteria, e migração gradual de parte dos lojistas para canais próprios, buscando fugir da comissão do marketplace.

Comportamento do consumidor

Aqui é onde as pesquisas mais divergem, e vale mostrar por quê.

Frequência e gasto médio

Uma pesquisa da Ticket/Edenred aponta que cerca de 40% dos brasileiros usam aplicativos de delivery com alguma regularidade. Já um levantamento da Klavi encontra um número bem maior, próximo de 53% da população. A diferença provavelmente vem do recorte de público e do período pesquisado, mas o consenso é que o delivery deixou de ser hábito só de grande metrópole.

Sobre gasto, a Klavi estima em torno de R$ 220 por mês o valor médio que um usuário ativo gasta em delivery. Para um dono de hamburgueria com ticket médio de R$ 45, isso equivale a cerca de 5 pedidos por mês só desse cliente, se ele for fiel a um único lugar.

Geração Z

Consumidores mais jovens aparecem nas pesquisas como o grupo que mais experimenta novos formatos, dark kitchens, marcas exclusivamente digitais e cardápios que só existem no delivery. É um público que decide rápido pela foto e pelo preço, e que abandona o pedido se o cardápio demora para carregar ou exige baixar um aplicativo.

Para esse público, o atrito importa mais do que a marca. Um cardápio que abre direto no navegador, sem instalar nada, sem cadastro obrigatório antes de ver o preço, converte melhor com esse perfil do que um app pesado. É um dos motivos pelos quais formatos leves, como um link de WhatsApp com cardápio embutido, ganharam espaço nos últimos anos.

Pratos mais pedidos

Lanches, pizza, comida japonesa e marmita seguem entre as categorias mais pedidas em praticamente todo levantamento do setor, com açaí ganhando espaço acelerado nos últimos anos, puxado por cidades do interior.

Marmitaria e açaiteria têm um padrão de consumo diferente de pizzaria e hamburgueria: pedido mais recorrente, muitas vezes diário ou quase diário, e ticket médio menor. Isso muda a conta do lojista. Um negócio de ticket baixo sente a comissão do marketplace no volume, não no valor de um pedido isolado, porque cada real cobrado a mais se repete dezenas de vezes por mês.

Dark kitchens e marcas digitais

Cozinhas que existem só para atender delivery, sem salão físico, cresceram como resposta ao aluguel caro e à saturação de algumas regiões centrais. Elas dependem ainda mais de visibilidade própria, porque não têm fachada nem cliente que passa na rua e entra. Para esse modelo, um cardápio digital com boa indexação no Google e link fácil de compartilhar substitui parte do papel que a loja física teria.

Concentração de mercado e canal próprio

iFood, CADE e os novos entrantes

A participação do iFood no mercado brasileiro de delivery é o dado mais contestado da lista. Análises ligadas ao CADE colocam a fatia entre 70% e 80% dos pedidos via aplicativo. Já a Klavi chega a um número mais alto, de 93%. A diferença grande entre as fontes é o motivo de mostrar as duas: qualquer estatística de mercado com concentração tão alta merece ceticismo saudável e comparação entre origens.

O que os dois lados concordam é que a concentração é real e que ela tem um preço direto para quem vende: comissão de marketplace, normalmente entre 12% e 30% do valor do pedido. Sobre uma churrascaria com ticket médio de R$ 150, uma comissão de 20% tira R$ 30 de cada pedido, todo santo dia.

É por isso que canal próprio, cardápio digital com pedido direto pelo WhatsApp, virou pauta recorrente entre lojistas: não é sobre abandonar o marketplace, é sobre não depender só dele.

Delivery por porte de cidade

Capitais

Nas capitais, a disputa é por atenção: dezenas de opções no mesmo bairro, entrega em menos de 40 minutos como expectativa padrão e app de marketplace como primeira parada de quem busca o que comer. Nesse cenário, diferenciação por preço fica difícil, porque o cliente compara telas lado a lado. O que sobra de espaço para o lojista costuma vir de recorrência: quem já pediu uma vez e gostou, pedir de novo direto, sem passar pela vitrine do marketplace outra vez.

Cidades médias e pequenas

É aqui que está o crescimento mais interessante dos últimos anos. Em cidades menores, a cobertura de marketplaces é mais fraca, e o delivery direto via WhatsApp, com cardápio digital e link no Instagram, muitas vezes chega antes do próprio iFood ganhar força na região. Isso explica por que negócios pequenos, longe das capitais, encontram no cardápio próprio uma forma de captar cliente sem depender de comissão nem de cobertura de app. Para entender melhor esse recorte, veja também quanto fatura um delivery por porte de negócio e região.

Em cidade pequena, o boca a boca ainda pesa mais do que algoritmo de marketplace. Um cardápio com link fixo, que aparece no Google e é compartilhado em grupo de WhatsApp do bairro, costuma bastar para sustentar um volume de pedidos que em capital dependeria de investimento em anúncio dentro do app.

O que os números dizem para quem tem delivery

Três leituras práticas saem direto dessas estatísticas.

  • O mercado ainda cresce, então não é hora de recuar, é hora de garantir que uma fatia desse crescimento chegue como pedido direto, sem comissão.
  • A comissão de marketplace, de 12% a 30%, corrói margem em qualquer ticket. Em um negócio faturando R$ 10.000 por mês só via marketplace, uma comissão média de 25% representa R$ 2.500 por mês, ou R$ 30.000 por ano, que deixam de ficar com o lojista.
  • Quem é dono do relacionamento com o cliente, contato direto, Pix na própria chave, histórico de pedidos, cresce de forma mais sustentável do que quem depende só da vitrine do marketplace.

O Rei do Delivery, sistema de cardápio digital sem comissão por pedido, existe para dar esse canal próprio ao lojista: pedido formatado direto no WhatsApp, Pix na chave de quem vende, e o cliente pertencendo ao negócio, não à plataforma.

Se você quer testar isso na prática, crie seu cardápio digital grátis e veja como fica receber pedido sem pagar comissão. Para negócios com mais de uma unidade ou operação maior, vale conhecer também os planos do Rei do Delivery.

Se você ainda está estruturando o negócio, os guias como montar um delivery do zero e quanto custa montar um delivery ajudam a planejar os próximos passos com esses números como referência de mercado.

Delivery em cidades pequenas e médias do Brasil
Interiorização do delivery em cidades médias e pequenas

Perguntas frequentes

Veja as dúvidas mais comuns sobre as estatísticas do delivery no Brasil.

Quanto movimenta o mercado de delivery no Brasil?

Segundo a Statista, o mercado deve sair de cerca de US$ 21 bilhões em 2025 para US$ 27 bilhões em 2029. Outro levantamento, da KitchenCentral, situou o faturamento em R$ 139 bilhões em 2023.

Quantos brasileiros usam delivery?

As estimativas variam por fonte: a Ticket/Edenred aponta cerca de 40% da população, enquanto a Klavi encontra um número maior, próximo de 53%.

O delivery ainda está crescendo?

Sim. Projeções da Statista indicam crescimento de aproximadamente 7% ao ano até 2029, puxado principalmente pela expansão em cidades médias e pequenas.

Qual a participação do iFood no mercado?

Varia conforme a fonte: análises ligadas ao CADE apontam entre 70% e 80% dos pedidos via aplicativo, enquanto a Klavi chega a 93%.

O mercado de delivery está saturado?

Não. O crescimento estrutural projetado de cerca de 7% ao ano e a interiorização do consumo mostram que ainda há espaço, especialmente fora das grandes capitais.

#Dados do Setor#Estatísticas#iFood#Mercado de Delivery

Perguntas frequentes

Quanto movimenta o mercado de delivery no Brasil?

Segundo a Statista, o mercado deve sair de cerca de US$ 21 bilhões em 2025 para US$ 27 bilhões em 2029. Outro levantamento, da KitchenCentral, situou o faturamento em R$ 139 bilhões em 2023.

Quantos brasileiros usam delivery?

As estimativas variam por fonte: a Ticket/Edenred aponta cerca de 40% da população, enquanto a Klavi encontra um número maior, próximo de 53%.

O delivery ainda está crescendo?

Sim. Projeções da Statista indicam crescimento de aproximadamente 7% ao ano até 2029, puxado principalmente pela expansão em cidades médias e pequenas.

Qual a participação do iFood no mercado?

Varia conforme a fonte: análises ligadas ao CADE apontam entre 70% e 80% dos pedidos via aplicativo, enquanto a Klavi chega a 93%.

O mercado de delivery está saturado?

Não. O crescimento estrutural projetado de cerca de 7% ao ano e a interiorização do consumo mostram que ainda há espaço, especialmente fora das grandes capitais.

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