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Alternativas ao iFood sem Comissão: 5 Opções em 2026

5 formas reais de vender delivery sem depender só da comissão do iFood

Por Equipe Rei do Delivery · 03/07/2026 · 8 min de leitura
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Alternativas ao iFood sem Comissão

O iFood cobra de 12% a 23% de comissão por pedido, dependendo do plano, mais cerca de 3,2% de taxa de pagamento online. Isso pode chegar a 26,5% do valor de cada venda. Se você quer vender sem depender só dessa comissão, existem 5 formas reais de diversificar hoje: cardápio digital via WhatsApp, QR Code, redes sociais com link de pedido, grupo de transmissão de clientes fiéis e parcerias locais com motoboy fixo.

Quanto o iFood realmente custa para o restaurante

Segundo a tabela oficial do iFood Parceiros, o restaurante paga comissão diferente conforme o plano escolhido:

  • Plano Básico (entrega própria): 12% de comissão sobre o valor do pedido.
  • Plano Entrega (logística do iFood): 23% de comissão sobre o valor do pedido.

Em cima disso entra a taxa de pagamento online, de aproximadamente 3,2%. Somando os dois, o custo total pode chegar a 26,5% do pedido no Plano Entrega. Há ainda mensalidade quando o faturamento passa de R$ 1.800 por mês.

ItemPlano BásicoPlano Entrega
Comissão12%23%
Taxa de pagamento~3,2%~3,2%
Custo total aproximado~15,2%~26,5%
Quem entregaRestauranteiFood

Faça a conta com o seu número. Uma pizzaria que fatura R$ 10.000 por mês só pelo iFood, no Plano Entrega, perde cerca de R$ 2.650 em comissão e taxa de pagamento. Em um ano, são mais de R$ 31.000 saindo do caixa antes mesmo de contar o custo dos ingredientes e da mão de obra.

Alternativas ao iFood sem comissão
Restaurante que soma vários canais de venda além do marketplace

5 alternativas para vender sem pagar comissão

Nenhuma dessas opções substitui o iFood de um dia para o outro. Elas funcionam como canal complementar, reduzindo aos poucos a fatia de pedidos que passa pela comissão.

1. Cardápio digital via WhatsApp

O cliente abre um link, monta o pedido sozinho no cardápio e o dono recebe tudo formatado no WhatsApp: itens, observações, endereço e forma de pagamento. Acaba o pedido por áudio bagunçado e o erro de anotação na correria do horário de pico. Não precisa o cliente instalar nenhum app, e o restaurante não paga comissão por pedido.

Esse canal fica ainda mais forte em nichos como marmitaria, hamburgueria e açaiteria, onde o volume de pedidos por WhatsApp já é alto e a organização manual vira gargalo. Uma marmitaria que recebe 60 pedidos por dia só pelo WhatsApp, sem cardápio digital para WhatsApp estruturado, perde tempo repetindo os mesmos itens em texto para cada cliente novo. Com um link fixo na bio e no status, esse trabalho manual desaparece.

Outro ponto que pesa na conta: o pagamento pode cair direto na chave Pix do lojista, sem prazo de repasse de dias como acontece em marketplace. O dinheiro do pedido de hoje está disponível hoje.

2. QR Code na mesa e na fachada

Um QR Code no balcão, na mesa ou na vitrine leva direto ao cardápio digital, sem custo de reimpressão toda vez que o preço muda. Funciona tanto para quem come no salão quanto para quem passa na rua e decide pedir delivery na hora.

Diferente de cardápio impresso, que fica desatualizado em poucas semanas, o QR Code é gerado no painel do sistema e pode ser trocado quando quiser, sem gastar com gráfica. Para uma pizzaria que muda o preço da bebida ou lança um sabor novo toda semana, isso evita a fila para reimprimir cardápio e a reclamação do cliente que via um preço diferente do cobrado no caixa.

Um detalhe que faz diferença: o mesmo QR Code do salão pode apontar para um cardápio que também vende delivery. Assim, o cliente que comeu no local e gostou pode pedir de casa na semana seguinte, sem precisar procurar o restaurante em outro aplicativo.

3. Redes sociais com link de pedido

Colocar o link do cardápio digital na bio do Instagram e nos stories transforma cada post em uma porta de venda direta. O cliente que já segue o perfil não precisa procurar o restaurante em outro aplicativo, ele pede no mesmo lugar onde viu a foto do prato.

Isso funciona melhor quando o link leva direto para o pedido, não para uma conversa genérica. Um perfil de açaiteria com 3 mil seguidores e um link de cardápio fixo na bio converte parte desse público em pedido sem gastar em anúncio, só com o conteúdo que já publicaria de qualquer forma.

4. Grupo de transmissão de clientes fiéis

Uma lista de transmissão no WhatsApp com os clientes que mais compram permite avisar sobre promoção do dia, prato novo ou horário especial sem gastar com anúncio. É recompra direta, sem intermediário e sem comissão.

Isso só funciona bem quando o restaurante tem a base de contatos exportada e organizada. Um sistema que entrega os dados do cliente para o próprio lojista, em vez de guardar essa informação só na plataforma, é o que viabiliza esse canal. Sem essa base, o restaurante fica refém do marketplace até para saber quem são os próprios clientes fiéis.

5. Parcerias locais e delivery próprio com motoboy fixo

Fechar com um motoboy fixo ou com uma pequena transportadora de bairro reduz o custo por entrega quando o volume já é razoável. Uma pizzaria ou uma casa de carnes com entregador próprio, por exemplo, já paga só 12% de comissão no Plano Básico do iFood, contra 23% de quem usa a logística da plataforma. A diferença de 11 pontos percentuais, aplicada ao mesmo canal próprio sem comissão nenhuma, fica ainda mais evidente.

Parcerias com comércios vizinhos, como uma padaria ou um mercado do mesmo quarteirão, também geram indicação cruzada sem custo de aquisição. Um cliente que compra pão de manhã e vê o cartão do restaurante no balcão vira pedido à noite, sem nenhuma plataforma no meio.

Nenhuma dessas alternativas precisa ser feita sozinha. Um cardápio digital com QR Code, link para redes sociais e pedido formatado no WhatsApp já resolve os itens 1, 2 e 3 numa única ferramenta.
Comparação de custo iFood versus canal próprio
Custo de comissão por pedido comparado a uma mensalidade fixa

iFood ainda vale a pena como vitrine?

Sim, e vale reconhecer isso com honestidade. O iFood concentra um volume enorme de gente procurando o que comer agora, e para muitos restaurantes ele ainda é a principal porta de entrada de cliente novo. O erro não é estar no iFood. O erro é depender só dele.

A estratégia mais sólida trata o iFood como canal de aquisição e o canal próprio como canal de margem e relacionamento. O cliente descobre o restaurante pelo marketplace, mas depois da segunda ou terceira compra ele pode migrar para pedir direto pelo WhatsApp, sem comissão, e o restaurante mantém contato para fidelizar sem depender de aparecer bem posicionado no app.

O Rei do Delivery, sistema de cardápio digital sem comissão por pedido, funciona exatamente para essa segunda etapa: o cliente pede pelo WhatsApp, o pagamento cai direto na chave Pix do lojista, e o cadastro do cliente fica com o próprio restaurante, não preso à plataforma.

Um exemplo prático: uma hamburgueria com 400 pedidos por mês, metade vindo do iFood e metade migrada para o canal próprio via WhatsApp, deixa de pagar comissão sobre 200 pedidos. Com ticket médio de R$ 45, isso representa cerca de R$ 2.070 por mês que ficam de fato no caixa, considerando a comissão de 23% do Plano Entrega.

Vale lembrar que o canal próprio também tem custo, só que fixo, não percentual. Um sistema para delivery sem comissão traz mensalidade previsível, mais fácil de planejar do que uma comissão que cresce junto com o faturamento. E quando o restaurante já vende no canal próprio, faz sentido revisar também a taxa de entrega cobrada por bairro, para não ter prejuízo em entregas mais distantes nem espantar cliente próximo com taxa alta.

Quem está começando a organizar esse canal do zero também se beneficia de olhar como estruturar o fluxo de pedidos do dia a dia, incluindo o que fazer com pedidos chegando ao mesmo tempo pelo WhatsApp sem perder nenhum na correria.

Comece pelo canal próprio agora: crie seu cardápio digital grátis e organize o WhatsApp em poucos minutos. Para quem já tem volume e quer recursos completos de gestão, veja os planos do Rei do Delivery.

Perguntas frequentes

Quanto o iFood cobra de comissão em 2026?

De 12% a 23% de comissão por pedido, dependendo do plano, mais cerca de 3,2% de taxa de pagamento online. No Plano Entrega, o custo total chega a aproximadamente 26,5%.

Vale a pena sair do iFood?

Sair completamente raramente é a melhor decisão, porque o iFood ainda traz volume de clientes novos. O caminho mais seguro é diversificar, mantendo o iFood como vitrine e construindo um canal próprio sem comissão para reter quem já comprou.

Como vender pelo WhatsApp sem o iFood?

Com um cardápio digital que gera um link e um QR Code. O cliente monta o pedido sozinho, e o restaurante recebe tudo formatado no WhatsApp, incluindo endereço e forma de pagamento, sem precisar de aplicativo próprio.

O QR Code substitui o cardápio impresso?

Sim, com vantagem de custo. O QR Code aponta para um cardápio digital que pode ser atualizado a qualquer momento, sem gastar com reimpressão toda vez que um preço muda.

Preciso ter site para vender direto pelo WhatsApp?

Não. Um cardápio digital com link e QR Code já resolve, sem precisar contratar desenvolvimento de site nem pagar mensalidade de plataforma de e-commerce completa.

#Comissão Zero#iFood#QR Code#WhatsApp

Perguntas frequentes

Quanto o iFood cobra de comissão em 2026?

De 12% a 23% de comissão por pedido, dependendo do plano, mais cerca de 3,2% de taxa de pagamento online. No Plano Entrega, o custo total chega a aproximadamente 26,5%.

Vale a pena sair do iFood?

Sair completamente raramente é a melhor decisão, porque o iFood ainda traz volume de clientes novos. O caminho mais seguro é diversificar, mantendo o iFood como vitrine e construindo um canal próprio sem comissão para reter quem já comprou.

Como vender pelo WhatsApp sem o iFood?

Com um cardápio digital que gera um link e um QR Code. O cliente monta o pedido sozinho, e o restaurante recebe tudo formatado no WhatsApp, incluindo endereço e forma de pagamento, sem precisar de aplicativo próprio.

O QR Code substitui o cardápio impresso?

Sim, com vantagem de custo. O QR Code aponta para um cardápio digital que pode ser atualizado a qualquer momento, sem gastar com reimpressão toda vez que um preço muda.

Preciso ter site para vender direto pelo WhatsApp?

Não. Um cardápio digital com link e QR Code já resolve, sem precisar contratar desenvolvimento de site nem pagar mensalidade de plataforma de e-commerce completa.

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